Smartphone, tablet ou os dois?

As vendas de smartphones e tablets cresceram significativamente no último ano, e as projeções indicam um crescimento ainda maior até 2013. Segundo a IDC – consultoria especializada em tecnologia e telecomunicação -, em 2012 no Brasil, para cada 4 notebooks, um tablet é vendido. Já Horace Dediu, fundador da consultoria Asymco, arrisca uma estatística mais ousada e em escala mundial: segundo ele, em outubro de 2013, a venda de tablets vai superar a de notes.

As vendas de smartphones, por sua vez, também continuam crescendo no mercado brasileiro. Segundo a IDC, até o final deste ano devem ser vendidos cerca de 15 milhões de unidades, 73% a mais em relação a 2011.

Mas qual aparelho é o mais essencial? Será possível escolher ou existe a necessidade de ter ambos?

Fonte: Veja

Muito se fala em mobilidade e praticidade, além da interatividade, quando o assunto envolve esses dispositivos móveis. Ambos os gadgets oferecem recursos e possibilidades parecidas: acesso à internet, redes sociais, email, aplicativos, registro e exibição de fotos e vídeos, registro de anotações e outras infinitas funcionalidades. A diferença está, basicamente, no tamanho da tela e no fato de o smartphone, além disso tudo, também fazer ligações telefônicas – o que a maioria dos tablets não faz.

O smartphone faz tudo que o tablet faz, só que numa tela de no máximo 5 polegadas – e já se trata de um smartphone grande. A vantagem deste tipo de celular em relação ao tablet é justamente o fato de ser “tudo-em-um” e poder ser carregado no bolso. Por outro lado, os tablets são mais adequados para o uso corporativo e para o usuário que quer consumir conteúdo com mais conforto e qualidade – digamos até um pouco de luxo.

Por exemplo, assistir a um filme ou assistir à TV na tela de um tablet é muito melhor do que na tela de um smartphone, que pode ter menos da metade do tamanho da primeira tela. O mesmo serve para a leitura de livros. No entanto, o tamanho do tablet, geralmente entre 7 e 10 polegadas, não permite seu uso em alguns locais e situações. Podem, inclusive, colocar o usuário em potencial perigo de segurança, pelo tamanho chamar a atenção de criminosos. É importante, porém, lembrar que tela maior não significa melhor resolução, visto que se deve atentar a proporção pixel por polegada.

Já no campo corporativo, muitos profissionais de TI, vendas, consultoria e Marketing têm o tablet incorporado à rotina de trabalho. A tela maior desse gadget possibilita melhor visualização dos conteúdos – o que ajuda na hora de vender uma ideia ou um produto. Até o mundo da moda tem usado esse recurso, e muitas modelos já trocaram seus books impressos pelos tablets.

A grande oferta desses dispositivos permite que o consumidor encontre tablets e smartphones com diversas configurações e faixas de preço. Se a pessoa quer um smartphone com processamento razoável para navegar na internet e nas redes sociais, mas faz questão de uma tela maior para ver filmes e ler livros, é possível comprar um celular e um tablet com configurações razoáveis que atendam as exigências e necessidades do usuário. A concorrência entre Apple, Samsung, Motorola, Sony, Nokia, LG e até algumas fabricantes chinesas, como a Huawei, favorece principalmente o consumidor, que dispõe de uma vasta gama de dispositivos e pode alcançar um excelente custo-benefício.

Smartphones, principalmente pela grande oferta composta por diversas faixas de preço, diferentes sistemas operacionais e hardwares, são os gadgets mais práticos e acessíveis aos consumidores. Portanto, a não ser que o sujeito trabalhe com isso – nos casos citados como profissionais de TI, consultores e vendedores -, o tablet é dispensável, já que  smartphone dá conta do recado. No caso de consumidores comuns muito exigentes e com dinheiro “sobrando”, a compra do tablet também pode ser justificada, mesmo que  para fins não-profissionais.

Fontes: G1 ; Veja ; Estadão

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