Dá para acreditar que já se usou disquete para o armazenamento, envio e “transporte” de arquivos? Os insignificantes 1,4 MB de espaço dos disquetes já foram muito úteis para os usuários de computador. Há algum tempo o disquete já se tornou obsoleto e os computadores não mais dispõem de driver para recebe-los.
A primeira alternativa ao disquete foi o CD. Com “incríveis” 700 MB, o compact disc tinha uma capacidade de armazenamento infinitamente maior. O problema do CD é que – exceto os CD-RW – não é possível excluir o dado gravado para o “reuso”, a regravação.
Para a alegria dos que um dia sofreram com o pouco espaço de armazenamento e sorte dos mais jovens – já que não tiveram que um dia carregar vários disquetes para lá e para cá – o panorama agora é outro. O armazenamento de arquivos e os backups se tornaram muito mais viáveis com a popularização dos pendrives. Mais práticos, menores e com um espaço inversamente proporcional ao tamanho, os pendrives atendem muito bem as necessidades de estudantes, profissionais de diversas áreas e servem também para fins “menos sérios” – salvar fotos e músicas, por exemplo. É claro que – se necessário – um backup mais extenso deve ser feito em um HD externo. Menos prático que o pendrive, esse tipo de hardware fornece um espaço por vezes maior que o do próprio computador. 
Apesar da “revolução” que o pendrive promoveu no armazenamento de dados, a tendência é que esse pequeno amigo do homem tenha seu uso minimizado. O surgimento de novos serviços e a melhora nos já existentes serviços de armazenamento na nuvem podem impulsionar a obsolescência daquele que um dia foi a solução.
Os principais serviços de armazenamento na nuvem são: Google Drive, SkyDrive, Dropbox, iCloud, Box e SugarSync. Todos eles oferecem um determinado espaço gratuito – geralmente em torno de 5 GB. Contudo, caso queira ou precise de um espaço maior, é possível assinar o serviço de armazenamento e usufruir um espaço maior para seus dados e arquivos – claro que se paga a assinatura. 
A vantagem do uso do “cloud computing” é a possibilidade do acesso às informações de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade do uso de unidades físicas. Entretanto, a computação na nuvem ainda não tem a total confiança dos usuários, visto que pode ser perigoso manter arquivos e dados importantes armazenados virtualmente.
Os serviços também oferecem aplicativos mobile. Dessa forma é possível sincronizar os dados de um smartphone com o desktop através da nuvem. Mais um vez a praticidade e velocidade da computação em nuvem aparecem como diferencial, uma vez que se economiza tempo e dinheiro, além de dispensar uso de cabos. Contudo, é importante lembrar que os serviços citados não oferecem suporte a todas as plataformas móveis. O iCloud, por exemplo, só roda no iOS.
O SugarSync, apesar de não estar presente na tabela, é o serviço que oferece o maior suporte a plataformas móveis. Há aplicativos para Android, iOS, BlackBerry OS, Symbian e Windows Mobile. Esse serviço oferece 5 GB gratuitos, mas o usuário pode ter 60 GB por 100 dólares anuais. 
Depois de analisar os prós e os contras, você usa ou planeja usar algum desses serviços? Confira a tabela comparativa do Gizmodo e estude qual atende melhor suas necessidades e oferece o melhor custo-benefício para você.
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