O ultrabook é um novo conceito de notebook criado pela Intel: um produto super fino, leve e mais barato que os tradicionais. Esse tipo de notebook tende a ter bateria mais durável, além de ser mais prático de se transportar. Entretanto, o menor preço em relação a seus “ancestrais” mais grossos e pesados, pelo menos no Brasil, ainda não é a realidade.
Os ultrabooks vêm para competir com o pioneiro dos notebooks ultrafinos, o MacBook Air. Apresentado pelo falecido Steve Jobs em 2008, o finíssimo laptop da Apple – assim como todos os gadgets que estampam o logo da maçã – está disponível por um preço elevado no mercado brasileiro (a partir de R$ 2.999,00 na Apple Store).
Diversas fabricantes já lançaram modelos de ultrabooks no Brasil. O padrão de espessura para se encaixar na categoria – aproximadamente 2cm de espessura máxima – é seguido fielmente. No entanto, outro pré-requisito ainda destoa do ideal: o preço. Segundo a definição da Intel, os laptops ultrafinos devem custar menos de US$ 1mil (mil dólares). Essa condição, por enquanto, não é respeitada no Brasil, visto que pouquíssimos modelos são encontrados por R$2mil – estes com configurações e desempenho inferiores. Para adquirir um produto com boa configuração e alto desempenho, o consumidor ainda terá que desembolsar, em média, R$3mil.
Esse panorama tende a mudar a partir do segundo semestre. A fabricação dos ultrabooks no Brasil possibilitará a comercialização por preços mais competitivos. Segundo Américo Thomé, gerente de produtos da Intel, os preços alcançados devem ser abaixo dos R$2mil, em torno dos R$1.700,00.
Os ultrabooks chegam no mercado deixando o consumidor ainda mais na dúvida na hora de escolher: notebooks, netbooks, ultrabooks e tablets aparecem entre as opções de compra. Por isso, é fundamental fazer uma pesquisa detalhada, para escolher o gadget com uma configuração que atenda às necessidades do comprador e que seja interessante financeiramente.
Para aqueles dispostos a gastar um pouco mais e que gostam de exclusividade e lançamentos, já existem produtos “revolucionários” e singulares. A Asus anunciou um note com duas telas, que também é tablet (Asus Taichi). Já a Samsung lançou um ultrabook com tela touchscreen que gira 360 graus, ou seja, também pode funcionar como tablet, contudo, possui apenas uma tela.
E você? Está de olho nas novidades e disposto a reservar uma parte do orçamento para garantir seu ultrabook? Acha que a tendência é mesmo que os ultrabooks substituam os velhos notes? Deixe sua resposta nos comentários.
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2 Comentários em "Ultrabooks: mais leves, mais práticos e mais caros"
Acho que esses Ultrabooks, irão sim fazer uma revolução com os Noteboos, Netebooks, etc… Mais pra isso seus preços terão que ser mais suaves, pois se não uma pequena fátia do mercado irá adquirir esse produto. Aí pergunto: Será que é isso que as grandes empresas estão planejando?? Temos que lembrar que hoje as classes predominantes estão mudando, e o Governo está de olho nesse fato, até mesmo porque é um belo investimnto não só pra ele como para as grandes empresas também.
Com o nome ultrabook pensei que fosse aqueles computadores que a intel lançou nos estados unidos que carregam e descarregam o sistema operacional em menos de 9 segundos,já que o processador continua na segunda geração,eles estão loucos em achar que a migração para um produto CARÍSSIMO seja instantânea,ultrabook,não vi nada de espetacular,só mais uma desculpa esfarrapada para aumentar o preço do hardware.