5 dicas valiosas de administração para quem é MEI

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O número de microempreendedores individuais (MEI) está crescendo cada vez mais no Brasil. De acordo com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, em 2015 já eram 5 milhões de pessoas registradas como esse tipo de pessoa jurídica (PJ).

Quem trabalha por conta própria precisa realizar uma série de atividades: da gestão financeira ao controle de estoque, passando pelo networking e a produção em si. Ou seja, quem é MEI precisa saber gerenciar suas tarefas diárias muito bem para não levar prejuízo.

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Brasil avança no ranking mundial do empreendedorismo

Brasil avança no ranking mundial do empreendedorismo


De acordo com Global Entrepreneurship Index, Brasil sai da 100ª posição e ocupa o lugar de número 92, dentre 132 países avaliados, mas ainda enfrenta grandes desafios em aspectos como internacionalização e inovação de produtos.

 

Para dar as boas vindas à Semana Global do Empreendedorismo no mundo, a Rede Global de Empreendedorismo e o Instituto GEDI (The Global Entrepreneurship and Development Institute) lançam no Brasil o Global Entrepreneurship Index 2016 (GEI) – um ranking mundial que avalia anualmente os  ecossistemas empreendedores das principais economias ao redor do mundo.

 

O estudo avalia 132 países a partir de 3 sub-índices, 14 pilares e 31 indicadores de modo a identificar as oportunidades e os gargalos de cada um deles. Com isso, o Índice visa avançar com propostas de políticas públicas, além de contribuir para o desenvolvimento de melhores práticas e de planos sustentáveis para ambientes empreendedores.

Nesta edição do GEI, o Brasil, que ocupava a 100º posição, chega ao lugar de número 92, o que representa um ganho de 8 posições em relação ao mundo e 3 posições em relação a América Latina. O país mantém vantagens relacionadas ao mercado, por conta da aglomeração urbana e do tamanho do mercado comparado ao de outros países, e à percepção positiva da população sobre a carreira empreendedora. Os quesitos que mais ajudaram o país a subir no ranking se referem a pequenas melhoras em alguns indicadores institucionais e individuais, como em uso de internet, que possibilita o networking gerando oportunidades para o empreendedor; liberdade econômica, onde o brasileiro encontra oportunidade de espaço para as startups; novos produtos e tecnologias, e exportação, que indicam maior crédito no desempenho do Brasil no processo de inovação e internacionalização.

 

Apesar da evolução, o país avança a passos lentos – ainda está atrás de 15 países da América Latina, como Chile, Colômbia e Argentina. Para fortalecer seu ambiente empreendedor, segundo o estudo, o Brasil deveria focar em aspectos como internacionalização, inovação de produto, capital humano e processo de inovação, pilares em que o Brasil apresenta pior colocação. Sendo que os dois principais gargalos são a internacionalização, grande parte pela deficiência do país em exportar, e a inovação de produto, reforçando a necessidade de desenvolver o potencial do país para criar novos produtos e colocá-los em produção.

 

Confira outros highlights do GEI 2016:

  • Em 1º lugar estão os Estados Unidos, 2º Canadá e em 3º a Austrália.

  • Os 10 melhores países do estudo de 2016 apresentam um padrão similar ao de 2015: são países de alta renda, e na sua maioria europeus.  

  • O avanço do Brasil, 92º colocado, é atribuido a alguns aspectos: o países continua forte dentro de “percepção de oportunidade” e suporte a “cultura empreendedora”  Além disso, houveram pequenas melhoras em alguns indicadores institucionais e individuais, como em uso de internet, liberdade econômica, novos produtos, tecnologias e exportação.

  • Corrupção ainda é um fator que atrapalha a percepção do brasileiro sobre o empreendedorismo.

  • Coletivamente a América Latina é mais forte em Atitudes e Habilidades, porém fraca em aspiração, principalmente olhando para o Brasil.

  • O brasileiro tem uma perspectiva relativamente positiva sobre as oportunidades de empreendedorismo, mas fica para trás em sua vontade de crescer e inovar com seus negócios. Se esse gap de “aspiração” fosse diminuído, o país poderia avançar no ecossistema empreendedor.

  • O Brasil apresentou ainda uma piora no índice de habilidades empreendedoras, mais especificamente nos pilares de capital humano, que é a formação e capacidade do empreendedor e o treinamento de sua equipe; competição, número de competidores e as barreiras de mercado e absorção de tecnologia, ou seja, o número de empresas de tecnologia e a capacidade do país gerar tecnologia.

Para fazer download do relatório completo, acesse: http://thegedi.org/2016-global-entrepreneurship-index/

SOBRE O INSTITUTO GEDI E O GEI


O Instituto de Desenvolvimento Global de Empreendedorismo (GEDI), realizador do estudo, é uma organização sem fins lucrativos que avança a investigação sobre as ligações entre o empreendedorismo, o desenvolvimento econômico ea prosperidade. O instituto foi fundado por líderes mundiais do empreendedorismo da George Mason University, Universidade de Pécs e Imperial College London.

O GEI (Global Entrepreneurship Index) é um avanço inovador na aferição da qualidade e dinâmica dos ecossistemas de empreendedorismo a nível nacional e regional. A metodologia, sobre a qual os dados neste relatório baseia-se, foi validado em rigorosas avaliações por acadêmicos e tem sido amplamente divulgado nos meios de comunicação, inclusive no The Economist, The Wall Street Journal, Financial Times e Forbes.

SOBRE ENDEAVOR

A Endeavor é uma das principais organizações de fomento ao empreendedorismo no mundo. Atua na mobilização de organizações públicas e privadas e no compartilhamento de conhecimento prático e de exemplos de empreendedores de alto impacto para fortalecer a cultura empreendedora do país. No Brasil desde 2000, já ajudou a gerar quase R$ 4 bilhões em receitas anualmente e mais de 20.000 de empregos diretos através de programas de apoio a empreendedores; e a capacitar mais de 2 milhões de brasileiros com programas educacionais presenciais e à distância. Mais informações: http://endeavor.org.br/

Confeitaria: hobby pode se transformar em fonte de renda

Hobby como fonte de rendaPor Ana Cláudia Augustinho

É difícil ver alguém que não se arrisque, ao menos um pouquinho, na cozinha. Afinal, é tão bom ver os amigos e familiares apreciando algo que você mesmo fez, não é? Graças à internet está cada vez mais fácil transformar esse hobby em uma fonte de renda. O que não faltam são vídeos, blogs, tutoriais e produtos direcionados aos futuros chefs. Com um pouco de informação, inspiração e dedicação, aqueles lindos bolos, doces e salgadinhos que antes eram vistos apenas nas grandes padarias e confeitarias passam fazer parte da casa e mesa de pessoas comuns.

Se, por acaso, por hobby ou por trabalho esse é um caminho que você pretende seguir, separei algumas dicas especiais para começar sua trajetória da cozinha para o mundo agora mesmo.

Para começar, inspire-se! – Como já citei no inicio do texto, fontes de inspiração na internet não faltam. Basta uma rápida buscar no senhor Google para encontrar referências de diferentes tipos e estilos. Outra fonte bastante inspiradora no setor é a rede social Pinterest. Lá, ao mesmo tempo em que você pode compartilhar suas produções, também é possível encontrar e salvar ideias e inspirações para seus futuros projetos. Não deixe de conferir.

Qualidade, sempre! – Outro ponto muito importante nesta empreitada é escolher ingredientes de qualidade. Sem dúvida alguma, eles fazem toda a diferença tanto na estética quanto no sabor. Com a grande difusão da confeitaria gourmet em casa é muito mais fácil encontrar produtos, que antes só estavam disponíveis para as grandes indústrias, porcionados especialmente para pequenas produções e com a mesma qualidade.

Divulgue seu trabalho – Como já diz o ditado, a propaganda é a alma do negócio e não há divulgação melhor do que a boca a boca. Seja por prazer ou por trabalho, nunca descuide de uma boa apresentação, faça seu público comer com os olhos para, em seguida, serem fisgados pelo delicioso sabor dos seus quitudes. Assim, não tem erro, rapidamente sua fama de mãos de fada irá se espalhar pela família, pelos amigos e, depois que cair no gosto da vizinhança, ai já era! Pedidos não irão faltar na sua lista.

Agora, se você gostou das dicas, mas não acredita que seu hobby pode se tornar uma fonte de renda, irei finalizar com um exemplo pra lá de inspirador e que não deixará mais dúvidas.

A Cibele Abrantes se tornou cliente aqui da Blend Coberturas há algum tempo e tem uma história incrível. Depois de ser demitida em 2012 ela passou a fazer bolos, doces e pães para completar sua renda familiar. Porém não pode evitar, se apaixonou tanto pelo trabalho que não conseguiu mais se imaginar fazendo outra coisa. Hoje sua renda já é bem maior do a que tinha antes e, ao se especializar em festas infantis, garante a alegria da criançada. Confira um pouco do seu trabalho e veja se ela não tem talento pra coisa!

Assim como a Cibele, bons exemplos não faltam! E você? Quando irá começar a colocar a mão na massa? Já estou ansiosa para ver as novidades, inovações e experiências culinárias que estão por vir.

Ana Cláudia Augustinho é assistente de marketing da Blend Coberturas

Sobre a Blend Coberturas:

www.blendcoberturas.com.br / (11) 5562 3685

A empresa Blend Coberturas, especializada no mercado de insumos para a indústria de sorveteria e confeitaria, acaba de lançar sua linha de produtos Petit Blend, com o objetivo de atender exclusivamente pequenas padarias, boleiras e cake designers. A linha é composta por pastas saborizantes (90g) e coberturas tradicionais e diets embaladas em stand up pouch de 300g. Com alto padrão de qualidade, a empresa aposta na beleza, saudabilidade e praticidade, apresentando um novo conceito na produção de produtos para a confeitaria e sorveteria.

Estratégias de divulgação simples e baratas podem ajudar no crescimento da sua empresa

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Algumas soluções fáceis de serem implantadas podem ser responsáveis pelo sucesso dos seus negócios.

Existem algumas maneiras práticas, fáceis e econômicas que podem ajudar a alavancar as vendas de sua empresa, garantir maiores oportunidades de negócios e tornar a sua marca conhecida. Micro e pequenas empresas, principalmente as recém fundadas, não dispõem de capital para ações publicitárias caras, como comerciais nas grandes mídias, por exemplo. A boa notícia é que, tirando proveito das facilidades da internet, é possível fazer sua marca crescer e aparecer. Veja aqui algumas sugestões que demandam pouco ou nenhum investimento:

Mantenha-se conectado: Esteja presente em listas de discussão por e-mail, fóruns virtuais, comunidades, crie um canal no Youtube regularmente atualizado e tenha uma atuação mais participante e interativa nas redes sociais. A ideia é divulgar a empresa, mantendo um relacionamento mais estreito com uma comunidade de possíveis consumidores. Publique comentários tirando dúvidas ou ajudando a resolver problemas, sem necessariamente vender o seu produto. Isso pode gerar um retorno em longo prazo, melhorando a sua imagem e angariando mais clientes, já que sua empresa se preocupa com o bem estar e a satisfação do seu público. Lembre-se também dos celulares. Os consumidores têm cada vez mais utilizado smartphones para acessar e-mails e navegar na internet. Na preparação do design de e-mails marketing e sites, lembre-se disso e crie interfaces mais limpas, amigáveis e fáceis de navegar, evitando ícones de tamanho reduzido ou muito juntos.

Divulgue conteúdos em plataformas de distribuição de releases: Uma maneira de dar muita visibilidade ao seu negócio é apostar em estratégias utilizadas por assessorias de imprensa. Quem não tem capital para investir nos serviços de uma empresa especializada e não tem expertise no assunto, pode utilizar os serviços de plataformas como o DINO, que promove a distribuição de notícias. Por meio dele, os conteúdos produzidos pela sua empresa serão distribuídos para inúmeros sites parceiros, chegando também a mais de 20 mil jornalistas cadastrados. Isso irá divulgar a sua marca para um grande numero de pessoas, além de melhorar seu desempenho em sites de busca como o Google, alavancando suas vendas e garantindo excelentes resultados.

Cadastre-se em sites de busca: Quanto maior a quantidade de locais onde a sua empresa for citada, mais credibilidade ela passa aos clientes e prospects. Uma boa opção é cadastrar sua empresa no site Telelistas.net, o maior site de busca por empresas do Brasil. Basta acessar ao link “Divulgue gratuitamente sua empresa”, que se encontra na página inicial do site da Telelistas, cadastrar os dados da sua empresa e aproveitar os frutos das 16 milhões de visitas e 35 milhões de buscas que o site recebe mensalmente.

Use as redes sociais ao seu favor: Facebook e Twitter têm reconhecidamente se tornado cada vez mais um canal sólido de relacionamento e atendimento ao cliente. Mesmo que as empresas disponibilizem serviços de atendimento ao consumidor, as pessoas têm preferido ir diretamente às redes sociais das instituições para tentar solucionar problemas ou tirar dúvidas, com a esperança de um atendimento mais rápido e eficaz. Não subestime esse canal, pois críticas e reclamações nas plataformas de redes sociais podem alcançar grande visibilidade e consolidar uma imagem negativa para a sua empresa, gerando a perda de clientes e maiores prejuízos no futuro. Sendo assim, os profissionais responsáveis pelas mídias sociais da empresa não devem jamais ser grosseiros nem ignorar reclamações. Excluir postagens e comentários também não é uma solução recomendada, pois pode gerar o efeito reverso, e causar mais reações negativas. Se a situação é crítica, ela deve ser resolvida rapidamente, prestando atenção ao que os consumidores estão dizendo. Caso ocorra algum incidente de grande visibilidade, publique uma nota de esclarecimento, e casos isolados devem ser tratados por mensagens particulares, e-mail ou telefone, evitando discussões públicas. Mas nem só de brigas vivem as redes sociais. Ao receber um elogio, agradeça, e mantenha sempre o bom humor, o que pode conquistar novos clientes e aumentar as vendas.

Rio de Janeiro sedia evento sobre oportunidades globais de negócios

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O atual cenário de retração econômica do País não somente eleva a expectativa das empresas nacionais em uma operação no exterior, mas também cria um ambiente favorável para empresários brasileiros que queiram atrair investimentos e parceiros internacionais em função da alta do dólar.

“O cenário realmente é estimulante para empresas estrangeiras interessadas em aquisições e fusões com empresas brasileiras”, aponta Paulo Moreira, diretor-superintendente da UHY Moreira-Auditores, que realizará dia 22 de outubro, no Rio de Janeiro, palestra sobre Global Growth Opportunities. O evento faz parte da reunião anual da rede internacional UHY que contará com mais de 80 representantes de 35 países de todos os continentes para discutir possibilidades de negócios. A UHY Moreira-Auditores é a décima maior empresa de auditoria do País e está completando 50 anos de existência.

A palestra será ministrada pela norte-americana Val Kozikowski, vice-presidente da PRA Global, empresa parceira da UHY Moreira-Auditores na área de consultoria internacional. Além de uma visão geral sobre as oportunidades globais para as empresas brasileiras que procuram fazer negócios em outras partes do mundo, serão apontados os desafios para empresas estrangeiras ao fazer negócios no Brasil, e oportunidades em setores específicos em todo o mundo:

  • Visão geral sobre as oportunidades globais para as empresas brasileiras que procuram fazer negócios em outras partes do mundo.
  • Oportunidades e desafios de empresas estrangeiras fazer negócios no Brasil.
  • Oportunidades na América do Norte, Europa, Ásia e Índia.
  • Oportunidades em setores específicos da indústria em todo o mundo, tais como agronegócio, construção civil e outros.

Palestra “Global Growth Opportunities”
Data
: 22 de Outubro de 2015 (Quinta-feira)
Horário: 11h00 às 13h30
Local: Windsor Barra Hotel
Avenida Lúcio Costa, 2630 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ, 20031-204

 

 

 

 

Cursos para empreendedores

Começar um negócio não é nada fácil. Empreender exige preparo: controlar o fluxo de caixa, negociar com fornecedores e parceiros, contratar e motivar funcionários, analisar o mercado, fechar contratos e prospectar são algumas das atividades dessa função. É preciso lidar com as questões burocráticas, práticas, mercadológicas e muitos outros aspectos. E, muitas vezes, o empreendedor abre seu negócio sem estar preparado, o que pode ser muito arriscado.

Um bom conhecimento do mercado, uma estratégia de vendas eficiente e noções de contabilidade, administração, marketing e finanças ajudam a melhorar o desempenho do negócio, aumentando as chances de sucesso. A importância da capacitação empresarial e tecnológica na redução da taxa de mortalidade das empresas é comprovada por estudos que demonstram que a experiência não é pré-requisito para a abertura de empresas de sucesso. A capacitação compensa a falta de experiência e reduz o risco na gestão de empresas.

Para auxiliar este público crescente de pessoas que desejam ter seu próprio negócio, diversas escolas estão investindo em cursos para preparar esses profissionais a entrar no mercado do empreendedorismo. O Sebrae (Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas), por exemplo, possui cerca de dez cursos voltados para empresários, a maioria deles gratuitos e com certificado de conclusão. Alguns deles são: Aprender a Empreender, Análise e Planejamento Financeiro, Como Vender Mais e Melhor, De Olho na Qualidade, Gestão de Cooperativas de Crédito, Atendimento ao Cliente, Boas práticas nos serviços de alimentação, Gestão da segurança, Empreendedor Individual, Iniciando um Pequeno e Grande Negócio e MEG – Primeiros Passos para a Excelência.

Para fazer qualquer um desses cursos, basta se cadastrar no site Educação Sebrae. Além disso, também há o programa “Sebrae Mais”, voltado para a empresa com mais de dois anos de funcionamento. Ele oferece consultoria individualizada por empresa, workshops, capacitação, palestras e encontros direcionados para empresários que buscam práticas mais avançadas de gestão.

A ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) oferece algumas vezes ao ano o curso de “Empreendedorismo Digital”, que fala sobre o panorama da internet no Brasil e no mundo e ensina como identificar oportunidades no mundo virtual, sendo excelente para quem deseja abrir uma startup. A Ibmec também costuma oferecer diversos cursos voltados para esta área. Neste primeiro semestre de 2013, será lecionado o curso de “Administração de Capital de Giro”, um conhecimento essencial para qualquer empreendedor. A Insper, em São Paulo, oferecerá em abril o curso de “Gestão de Empresas Familiares”, destinado a empreendedores de empresas familiares que ensina como usar o melhor da família no negócio. São 20 horas de aulas com análise de casos e conversas sobre tópicos como estratégia, governança e sucessão. “Planejamento Financeiro”, “Concorrência: Aspectos Econômicos, Estratégicos e Jurídicos” e “Empreendedorismo em Ação” são outros cursos também ministrados pela Insper super indicados para empresários.

A FGV (Fundação Getúlio Vargas), universidade voltada para a área de negócios e finanças, também possui diversos cursos interessantes para empreendedores. Um deles é o “Introdução ao Private Equity e Venture Capital para Empreendedores”, curso online de 40 horas de duração em oito módulos, que abordam características gerais da indústria de capital de risco, a captação de recursos e de investimento e retorno. O curso é gratuito e pode ser realizado a qualquer momento no site da FGV. Além desse, também há os cursos – pagos – de “Competitividade: inovação, organizações e pessoas” e “Inovação no relacionamento e fidelização sustentável de clientes”.

A PUC (Pontifícia Universidade Católica), bastante tradicional e renomada na área de educação, oferece o curso de extensão “Empreendedorismo e Gestão”, de 80h. Este prepara tecnicamente os novos empreendedores e também aqueles que, embora já com experiência em seus próprios negócios, buscam uma sistematização para melhor planejamento e gestão de suas empresas. A UFF (Universidade Federal Fluminense) possui o curso superior à distância de “Empreendedorismo & Inovação”, que tem como objetivo contribuir com a formação de um profissional autônomo, capaz de avaliar as situações complexas do cotidiano e empreender soluções inovadoras na forma de empreendimentos sociais, acadêmicos, regionais ou empresariais.

Ou seja, o que não faltam são opções para se aprimorar. Escolha um curso de qualidade, estude e esteja preparado para abrir o seu negócio. Quanto mais conhecimento você tiver a respeito do assunto, mais chances terá de ver sua empresa bem sucedida.